DESCOBERTA NA VIA LÁCTEA UMA ONDA DE IMPACTO QUE DESLOCOU AS ESTRELAS

Publicado: 03/07/2012 em Geral, Mistério, Planeta
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Tradução: Caminho Alternativo

Via Láctea – Crédito: Universidade de Kentucky

Cientistas do Canadá e Estados Unidos evidenciaram que a Vía Lactea está neste momento afetada por um um campo de matéria escura ou de uma galáxia satélite, que produziu uma onda assímetrica da distribuição de estrelas. Para os cientistas “nossa galáxia está reverberando como um sino”, “é algo que ninguém tinha visto antes”, e quando isto acontece todos os envolvidos são afetados, informa um comunicado do dia 29 de junho.

“Encontramos evidências que nossa Vía Láctea teve um encontro com uma pequena galáxia ou com uma estrutura massiva de matéria negra (matéria escura), há uns 100 milhões de anos atrás”, informou Larry Widrow, professor da Universidade Queen do Canadá, segundo o informe da Universidade de Kentucky.

Nós observamos claras e inesperadas diferênças na distribuição estelar da Vía Láctea por cima e por baixo do plano médio da galáxia, que possui um aspecto de uma onda vertical, algo que ninguém tinha visto antes”, sustenta Larry Widrow.

Para chegar a estas conclusões estudaram mais de 300 mil estrelas próximas da Vía Láctea com o sistema de Sloan Digital Sky Survey (SDSS).

Segundo o estudo, as estrelas no disco da Vía Láctea se movem para cima e abaixo a uma velocidade de aproximadamente 20-30 quilômetros por segundo, enquanto que na órbita ao redor do centro da galáxia estão se movendo a velocidades de 220 quilômetros por segundo.

Widrow e seus quatro colaboradores do Reino Unido, a Universidade de Chicago e do Laboratório Fermi, alegam que a descoberta confirma que as posições e os movimientos destas estrelas próximas não são tão regulares como se pensava anteriormente.

Nossa parte da Vía Láctea está soando como um sino“, destaca Brian Yanny, do Departamento de Energía do Fermilab. “Mas não conseguimos identificar o objeto celeste que passa através da Vía Láctea. Poderia ter sido uma das pequenas galáxias satélites que se movem ao redor do centro de nossa galáxia, ou uma estrutura invisível, como um halo de matéria escura”.

Apesar das surpreendentes revelações, a doutora Susan Gardner, professora de física da Universidade de Kentucky, acredita que estes fatos não necesariamente são isolados, mas para aclarar a origem, deverão realizar novas investigações.

A assimetria da distribuição entre o norte e sul da placa central da vía láctea, está sendo observada há mais de um ano nos dados da SDSS, e numerosas hipóteses surgiram neste período de tempo, entre elas o efeito do pó interestelar

Com os simuladores computacionais eles conseguiram estimar que em 100 milhões de anos, mais ou menos, o sino deixará de soar e a assimetria de norte a sul desaparecerá, e a Vía Láctea voltará a seu equilíbrio.

Entre os candidatos desta interferência estão as 20 galáxias satélites que rodeiam o centro da Vía Láctea, com 1 milhão a 1 bilhão de massas solares; a outra opção, e a que os cientistas acreditam que é a mais provável, é a dos espaços de matéria escura.

“Simulações astronômicas descobriram que a matéria invisível forma centenas de enormes estruturas que se movem ao redor de nossa Vía Láctea”, informa a Universidade de Kentucky.

“Devido a sua abundância, estes satélites de matéria escura são mais propensos que as galáxias satélites visíveis, a atravessar o plano médio da Vía Láctea e provocar ondas verticais”, agrega o informe da Universidade.

Recentemente, cientistas da NASA anunciaram que a Via Láctea está no caminho de um inevitável choque frontal com a Galáxia vizinha Andrômeda e uma galáxia anã que se encontra muito próxima, em tempos astronômicos.

Fontes: phys.org e La Gran Epoca, visto em ciudadesplanetarias

Comentário do blog:

Estive pesquisando sobre a SuperWave, ou Nexus, uma super-onda de raios gamma altamente energizada com todo o espectro de luz que é emitida a partir do centro da galáxia.

Recentemente descobri as teorias do físico Paul LaViolette e coincidência ou não, o que ele dizia há décadas atrás começa a ser confirmado através das descobertas científicas atuais. Por exemplo, LaViolette dizia que no decorrer do tempo, teríamos a comprovação de que a Terra já foi atingida por SuperWaves há milhares e milhões de anos. E aí nos chegou esta notícia:

1,200-Year-Old Cosmic Blast Captured in Japanese Trees

Japanese study involving cedar trees finds Earth was hit by a mystery blast of cosmic rays in eighth century

Este evento deixou vestígios de que uma energia cósmica de grandes proporções atingiu a Terra há aproximadamente 1.200 anos, a ponto de deixar marcas nas árvores. Segundo a teoria de LaViolette, outros bombardeios cósmicos de maior magnitude ocorreram e duraram até centenas ou milhares de anos.

Antes disto, em 2010 precisamente, a Nasa detectou uma explosão no centro de nossa galáxia, onde se encontra um buraco negro. Este blog publicou o assunto neste artigo.

O Som do Apocalípse segundo os cientistas

Ouça a entrevista de Paul LaViolette para a NBC sobre a explosão no centro da galáxia detectada pela Nasa com a sonda FERMI.

Agora repare bem, se a galáxia inteira está reverberando e soando como um sino, e na Terra o mundo inteiro está ouvindo “sons apocalípticos”, é possível deduzir que há um evento cósmico em curso e que pode ser justamente a aproximação da SuperWave ao nosso sistema solar.

Se os cientistas afirmam que os sons ouvidos no planeta são reais e agora nos chega esta notícia de que a Galáxia inteira está reverberando e LaViolette nos diz que “estamos atrasados” em receber a próxima SuperWave, não é tão absurdo imaginar que a data de 21/12/2012 no calendário Maia seja a chegada da SuperWave.

É muito provável que LaViolette esteja correto e que estejamos prestes a sermos atingidos por esta super-onda de energia cósmica, que irá transformar tudo o que nós conhecemos.

Começo a suspeitar que todos os fenômenos que estamos presenciando, como a alta atividade solar, as mortes de animais, mudança climática, terremotos, tsunami e o comportamento humano podem estar relacionados com este evento e os Crop Circles podem estar avisando sobre este fenômeno cíclico e natural de nossa galáxia e não um outro corpo celeste se aproximando ao nosso planeta.

Mais um fenômeno que era raro e está se tornando rotineiro. Nuvens Noctilucentes e que a Nasa não sabe explicar o motivo.

Todos os anos, mais ou menos nas proximidades de junho, surgem nuvens azuis e elétricas ao longo dos pólos Norte e Sul.

Elas são chamadas de nuvens noctilucentes e só podem ser observadas em profundidade no crepúsculo, quando o Sol está abaixo do horizonte.

Segundo a NASA, a sua origem ainda é um grande mistério. “Várias teorias tentam associá-las a poeiras cósmicas, escape de foguetes, aquecimento global ou uma mistura das três”, afirma a Agência Espacial Norte Americana em um comunicado oficial.

Artigo original da Nasa: Strange Clouds at the Edge of Space

Nuvem Noctilucente – Crédito: Nasa

Nuvens Noctilucentes – Imagem: Michal Laszczynski

Veja todas as imagens das nuvens noctilucentes nesta galeria.

Dieter Broers também estaria no caminho correto se associarmos a atividade solar com a nossa consciência, pois se uma SuperWave é capaz de alterar o posicionamento de estrelas, obviamente vai alterar o nosso Sol e consequentemente vai alterar a Terra e nós que habitamos nela. É a lógica, não?

Cientista alemão Dieter Broers afirma que as tempestades solares podem salvar a humanidade

Ouça esta entrevista legendada em espanhol onde LaViolette explica sobre as SuperWaves e suas consequências, o seu ciclo e a relação com a cultura Maia.

No vídeo acima, o físico faz a associação da SuperWave com a era glacial, onde a última foi há 11/12 mil anos, o que nos sugere que estamos prestes a receber uma nova onda cósmica energética que mudará não só o clima na Terra, como também em outros planetas no nosso sistema solar. Durante a entrevista aparece um Crop Circle onde é mostrado o nosso sistema solar, mas com uma peculiaridade. A órbita de Plutão aparece subdividida em 11 partes, um exagero em sua elíptica, se afastando do Sol a cada ano. Isto ocorrerá a partir de 2013 e durante anos se afastará cada vez mais até 2035.

O Crop Circle em questão é o de Avebury Manor 2008.

Repare como o Sol aumenta de tamanho a ponto de “absorver” Mercúrio. O vídeo sugere que todas estas mudanças poderiam ser causadas por um outro corpo planetário desconhecido no nosso sistema solar, mas se analisarmos estas últimas notícias sobre a SuperWave, podemos perceber que existem outras variáveis para analisar.

Em artigo anterior deste blog, foi anunciado pelo astrônomo brasileiro Rodney Gomes a possibilidade da existência de um corpo planetário(do tamanho de Netuno) circulando pelo cinturão de Kuiper, que estaria provocando alterações em outros corpos celestes naquela região.

Pois bem, aí cabe a pergunta:

– E se na verdade não se trata apenas do deslocamento de “um” planeta ou Anã Marrom em nossa direção, mas sim do deslocamento de todos os corpos celestes? E se a SuperWave está deslocando tudo que está à sua frente, não só no nosso sistema solar como em toda a Galáxia, conforme comprovado pelos cientistas?

Um resumo rápido de possíveis indícios de que uma SuperWave se aproxima:

  • Em 2010 a Nasa detecta a explosão no centro da galáxia.
  • Sons “apocalípticos” são ouvidos em todo o planeta.
  • Mudança climática global.
  • Aumento da frequência de SinkHoles, enormes buracos na terra.
  • Mortes misteriosas de animais.
  • Alterações no comportamento humano(guerras).
  • Aumento da frequência e magnitude de terremotos.
  • Aumento na frequência de erupções vulcânicas.
  • Ocorrência de grandes tsunamis.
  • Cientistas japoneses detectam nas árvores que a Terra foi atingida por uma misteriosa energia cósmica há milhares de anos atrás.
  • Nuvens no planeta inteiro inexplicávelmente estão até 40 metros mais baixas.
  • Aumento da frequência de Nuvens Noctilucentes.
  • Aumento da frequência de fortes tempestades solares.
  • Aumento na frequência de quedas de meteoros em chamas.
Meteoro cai em chamas e é visto durante 20 minutos no oeste da Austrália. Clique para ver a matéria.

Visto em: Buscando la Verdad

Não acrescentei à lista acima a suposta anomalia na Lua porque ainda não há um consenso em relação à sua posição, de acordo com o que consegui pesquisar se trata de um fenômeno que ocorre duas vezes ao ano, mas muitos leitores comentam que ela continua em forma de “U” em diversas regiões. Portanto, há dúvidas se a Lua foi deslocada ou não.

Este blog continua de olho nas notícias e em outros blogs em busca de mais informações, a medida que forem surgindo, serão postadas para conhecimento público e análise.

Quem desejar pesquisar mais sobre Paul LaViolette e seus livros, deixo este site para começar com a pesquisa.

Via: Caminho Alternativo

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