Arquivo de maio, 2012

El infanticidio era común en el Imperio Romano
O infanticídio foi uma prática amplamente tolerada nas sociedades humanas de todo o mundo.

Crédito: Getty Images.

Por Jennifer Viegas

Segundo um novo estudo, o infanticídio, a matança de bebês não desejados, era comum no Império Romano e em outras partes do  mundo antigo.

O estudo, que foi aceito para publicação no Journal of Archaeological Science, explica que “até recentemente (o infanticídio) era uma prática amplamente tolerada nas sociedades humanas ao redor do mundo. Antes da chegada dos métodos anticoncepcionais modernos, era uma das poucas formas existentes de limitar o tamanho da família de forma eficaz e segura para a mãe”.

Baseando-se em achados arqueológicos, o estudo menciona que a prática teria sido especialmente difundida no Império Romano.

“Acredito que era algo mais tolerado do que aceito no mundo romano, mas é difícil ter certeza”, declarou ao Discovery Notícias o autor do estudo, Simon Mays.

Mays, cientista do Laboratório de Monumentos Ancenstrais do Patrimônio Inglês, e sua colega, Jill Eyers, analisaram o vilarejo romano de Yewden, também conhecido como Hambelden. Datada dos séculos I a IV, a vila está localizada en Hambleden, Buckinghamshire, na Inglaterra.

Uma escavação anterior realizada em Hambleden, em 1921, descobriu que o sítio conta com 97 sepulturas infantis, o maior número de enterroscom estas características entre todos os cemitérios romanos antigos na Grã Bretanha. Na época, o arqueólogo responsável suspeitou de infanticídio “pela disposição dos corpos”.

Como poucos esqueletos infantis preservaram evidências da causa da morte, Mays e Eyers utilizaram um método indireto para investigar a prática do infanticídio em Hambleden. As mortes naturais tendem a mostrar uma ampla distribuição por idade nos cemitérios. Entretanto, onde o infanticídio era praticado, a distribuição etária era mais uniforme, com grande incidência de recém-nascidos.

Os pesquisadores mediram os ossos dos restos mortais infantis de Hambleden e os compararam a ossadas encontradas em outros locais: Ashkelon, em Israel, e Wharram Percy, na Inglaterra. Em Ashkelon, que integrava o Império Romano, a história parece ser bem diferente.

Cerca de 100 bebês com aproximadamente a mesma idade morreram em Ashkelon. Não foram enterrados, mas lançados em um canal de esgotoque corria sob um bordel. Os pesquisadores suspeitam que quase todas as vítimas morreram por sufocamento. Apesar de os bebês de Hambleden terem sido enterrados, sua distribuição etária é compatível com a das crianças de Ashkelon.

“Ainda não se sabe exatamente por que foram encontradas tantas crianças nas escavações de Hambleden”, afirmou Mays. “As sepulturasinfantis estão mais agrupadas do que dispersas, e o local escavado parece ter sido usado especificamente para abrigá-las”.

Os achados e as evidências crescentes indicam que o infanticídio era comum no Império Romano. Os sítios pré-históricos de Khok Phanom Di, na Tailândia, e Lepinski Vir e Vlasac, na Sérvia, também revelaram prováveis indícios de infanticídio. Um estudo sobre as sociedades humanas realizado em 1973 determinou que em 80% delas, em algum momento do passado ou dos tempos modernos, houve matança intencional de bebês.

Gwen Hunnicutt, da Universidad da Carolina do Norte em Greensboro, e Gary LaFree, da Universidade de Maryland, em College Park, estudaram amplamente o infanticídio, concentrando-se em casos recentes documentados em mais de 27 países do mundo.

Hunnicutt e LaFree concluíram que havia “uma relação entre a desigualdade de renda e o homicídio infantil feminino”.

“As sociedades extremamente pobres podem usar o homicídio infantil como meio para manter seus recursos, reduzir a tensão econômica ou melhorar a qualidade de vida da família”, explicaram. “Entretanto, o infanticídio diminui nos países caracterizados por uma cultura de violência”.

Os pesquisadores sugerem que os responsáveis por esta prática, em alguns casos poderiam perceber o infanticídio como um “assassinato misericordioso, cujo objetivo pode ter sido aliviar o sofrimento, e não provocá-lo”.

Hunnicutt e LaFree acreditam que “o aumento da assistência do governo às necessidades familiares, como serviços de creche e outros tipos de apoio parental, pode aliviar alguns dos efeitos negativos do impacto econômico das mulheres na mão de obra”.

Fonte: Discovery Notícias

Crédito da imagem: DCL.7860-DiscoveryChannel.ApocalipsisMaya-720px

Por Ian O’Neill

Desde que escrevi o primeiro artigo da série “O mundo não vai acabar em 2012″ para o Universe Today em 2008, venho repetindo a mesma mensagem inúmeras vezes: os maias nunca previram o fim do mundo em 2012. E agora vou dizer mais uma vez, mas com o aval de outros especialistas: os maias nunca, JAMAIS, previram o fim do mundo em 2012.

Infelizmente, a ciência e a história têm sido distorcidas para satisfazer os apoiadores dessa falácia apocalíptica, e quando cientistas e arqueólogos intervêm para desacreditá-la, a culpa recai sobre algum tipo de conspiração global muito conveniente.

Afinal, de onde vem a ideia do apocalipse maia?

A contagem (mais) longa

A origem da multiplicidade de teorias sobre o “fim do mundo” em 21 de dezembro de 2012 é um calendário mesoamericano que previu o fim dos tempos. E um determinado calendário maia está no centro de todo esse alvoroço, já que, por um acaso numérico, ele “acabará” no ano que vem.

civilização maia existiu de 250-900 d.C. e ocupava a atual área geográfica correspondente ao sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador e parte de Honduras. Os arqueólogos que estudaram essa cultura fascinante conseguiram decifrar muitos de seus calendários, mas o que registra o período mais extenso – a “Contagem Longa” – foi o que disparou os alarmes.

A Contagem Longa foi criada pelos maias para que pudessem registrar a história e planejar eventos futuros (não muito diferente do calendário do seu iPhone).

Este calendário longo, constituído por um ciclo de 5.126 anos, era uma variação de outros calendários que os maias usavam na época. Alguns duravam menos de um ano (como o “Tzolk’in”, que durava 260 dias), outros abrangiam décadas (como o “Calendário Circular”, que representa o ciclo de uma geração, por volta de 52 anos). Com notável engenhosidade, os maias criaram então o calendário de Contagem Longa, cuja base era numérica, similar a um antigo código binário.

“É uma jogada de marketing”

Embora a data final exata do ciclo da Contagem Longa tenha sido questionada recentemente, em uma coisa a maioria dos especialistas e teóricos do apocalipse concorda: o calendário “termina” no ano que vem. Ele consiste em 13 Baktuns, cada um com aproximadamente 394 anos de duração, e estamos chegando ao final do 13° Baktun.

No entanto, em uma coisa os dois grupos não concordam: o verdadeiro significado do calendário.

Os arautos do apocalipse tentarão convencer você de que o “fim” da Contagem Longa do 13° Baktun é a base de uma profecia maia do “fim do mundo”. Afinal, como todo bom vendedor de óleo de cobra, é preciso apavorar o público antes de lhe vender um livro sobre o assunto.

Segundo estudiosos que de fato sabem alguma coisa sobre esta cultura, os maias jamais fizeram tal profecia: “É preciso esclarecer isso de uma vez por todas. Não existe nenhuma profecia sobre 2012”, afirma categoricamente Erik Velasquez, especialista em entalhe da Universidade Autônoma Nacional do México (UNAM). “É uma jogada de marketing”.

O Instituto Nacional de História Antropológica do México, provavelmente farto de receber tantos e-mails histéricos sobre falsas teorias apocalípticas, também se posicionou: “O pensamento messiânico ocidental distorceu a visão de mundo das antigas civilizações, como os maias”.

Segundo o instituto, dos 15.000 textos glíficos encontrados nas ruínas do império maia, somente dois mencionam 2012. Você achava que o fim dos tempos deveria ter menções mais expressivas, certo? Eventos posteriores a 2012 também são citados, portanto, esse apocalipse não é tão inexorável quanto os fatalistas querem fazer crer.

Indiana Jones e o Templo… do Juízo Final?

Por algum motivo, a cultura moderna venera as civilizações antigas como se tivessem poderes mágicos: usando algum subterfúgio, elas conseguiam prever o futuro e conversavam com extraterrestres. Para quem acha que os filmes de Indiana Jones são retratos precisos de eventos históricos, isso não chega a surpreender.

Especialistas oferecem uma perspectiva bem melhor do real significado do fim do 13° Baktun para os descendentes dos antigos maias.

“Como Bolon Yokte já estava presente no dia da criação, seria natural para os maias que ele se fizesse presente novamente”, especula Sven Gronemeyer, um pesquisador dos códigos maias da Universidade La Trobe, na Austrália.

Bolon Yokte é o deus maia associado à guerra e à criação; o reaparecimento deste deus, portanto, na verdade representa uma transição de uma era para outra, segundo Gronemeyer. De fato, muitos irão marcar o fim do calendário maia com celebrações de um “renascimento” espiritual.

Os descendentes maias planejaram muitas celebrações; os países onde os maias prosperaram ficarão animados com o aumento dos lucros do turismo. Ao contrário do que apregoam os sites de teorias duvidosas, esta não será uma época temerária (pelo menos, na América do Sul).

É sério: o mundo não vai acabar em 2012

Quando o nosso calendário passar de 2011 para 2012, novas teorias apocalípticas devem surgir, descrevendo vividamente todas as fantásticas formas que o apocalipse assumirá.

Enquanto alguém puder ganhar dinheiro com os temores humanos, continuaremos a ver prateleiras abarrotadas de livros sobre o fim dos tempos, e anúncios do Google para websites de fatalistas sobre suas versões distorcidas da realidade.

Entretanto, essas teorias têm algo em comum: quer nosso carrasco final seja uma ejeção solar assassina, um alinhamento galáctico ou um tal Planeta X (ou Nibiru), todas são pura balela. Não há nenhum evidência de que 2012 será especial. No ano que vem, teremos nosso quinhão de guerra, morte, destruição, calamidades e derrocadas financeiras, mas os maias – ou qualquer outra civilização neste quesito – não previu o fim de tudo.

Fonte: Discovery Notícias

Ovni no fundo do Báltico? Foto/crédito: Peter Lindberg.  

O OVNI do Mar Báltico continua na pauta dos jornais. De acordo com o portal Fox News, cientistas suecos planejam explorar um mistério, que mais parece ter saido do seriado de ficção científica Arquivo X, mas ao invés de Mulder e Scully, esta aventura apresenta os pesquisadores suecos Peter Lindberg e Dennis Asberg. Eles também sabem que a verdade está lá fora – e em poucos dias pretendem visitar o que eles chamam de “Anomalia do Báltico”.

No verão passado, durante uma caçada ao tesouro, entre a Suécia e a Finlândia, a dupla de pesquisadores e seus associados fizeram manchete em todo o mundo com a descoberta de um objeto não identificado de 61 metros, no fundo do Mar Báltico. Agora, uma equipe de oceanógrafos, engenheiros e mergulhadores de águas profundas irão retornar ao local, na sexta-feira 01 de junho de 2012, para uma expedição de cinco dias. Eles querem descobrir de uma vez por todas o que este objeto realmente é.

Lindberg disse: “Nós não sabemos se é um fenômeno natural, ou um objeto. Vimos isso no sonar quando estávamos à procura de um naufrágio da Primeira Guerra Mundial. Este objeto circular apenas apareceu no monitor”.
A descoberta foi notícia no mundo inteiro, e resultou na cobertura da imprensa popular, até a imprensa científica e por toda blogosfera. Muitos especulam que a descoberta foi de um objeto voador não identificado há muito tempo perdido (OVNI), que caiu no mar – evocando de alguma forma o personagem de Duchovny – o agente do FBI Fox Mulder, caçador de extraterrestres e ovnis da série televisiva Arquivo X, mas Lindberg disse, que se a verdade estiver lá fora, ele pretende descobrir.

Lindberg e sua equipe se utilizarão do sonar para fazer imagens em 3D do fundo do oceano, mas, além disso, vão enviar mergulhadores e um robô equipado com câmera e irão recolher amostras do fundo do mar para medi-los tanto para toxicidade como para radiação. Lindberg está disposto a especular sobre as possibilidades. De acordo com o que disse ao Fox News, os detritos poderiam ser de um meteoro, mas também poderiam ser os restos de um navio de guerra russo do final do século 19.

“Eu não acho que seja uma formação de pedra comum, ou a carga que tenha caido de um navio”, disse Lindberg. Mas pode ser um monte de coisas. Se não é causado pelo homem, e foi feito por outra forma de vida inteligente, seria muita sorte. Eu nunca ganhei na loteria antes”.

Seu colega de equipe Dennis Asberg, concordou. “Se este fosse um Ovni, seria de fato uma coisa estranha”.  Ele também especula que poderia ser um poço de gás encontrando, ou os restos de um meteoro. “Eu não estou certo”, disse ele. “Mas vamos ver em breve”.

Outros afirmam que o objeto, localizado a 91 metros abaixo da superfície do mar Báltico, pode ser uma formação natural, ou até mesmo um vulcão emergindo. No início deste ano, Lindberg disse à imprensa que achava que esta descoberta pode ser um novo “Stonehenge”.

A tripulação de Exploração inclui 13 pesquisadores, incluindo um especialista em sonar, e uma equipe de filmagem da TV sueca que irá documentar o evento. Lindberg disse que está em negociações com a Microsoft para ver se o evento pode ser realizado ao vivo na Internet, a partir do local remoto em águas internacionais através de um “streaming” de vídeo.

Fonte: Fox News

Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Nosso mais sinceros agradecimentos ao Gério pela permissão de publicação.

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Colaboração: Leonardo de Oliveria Leite

Direitos Reservados Projeto Quartzo Azul

Via: OVNI Hoje!

LEIA MAIS:

O OVNI hoje publicou anteriormente alguns artigos relacionados ao objeto encontrado pelo sonar de uma equipe de caçadores de tesouros, no fundo do Mar Báltico.  Estes artigos podem ser acessados através dos seguintes links, colocados em ordem cronológica:

http://ovnihoje.com/2011/08/objeto-circular-e-encontrado-no-fundo-do-mar-baltico/

http://ovnihoje.com/2011/08/novas-informacoes-sobre-o-circulo-misterioso-encontrado-no-fundo-do-mar-baltico/

http://ovnihoje.com/2011/09/ocean-explorer-quer-ir-ate-o-misterioso-objeto-no-fundo-do-mar/

http://ovnihoje.com/2012/05/o-misterio-no-fundo-do-mar-baltico-devera-ser-desvendado-em-meados-deste-mes/

Apesar da equipe ter planejado ir até o local em meados deste mês de maio, isso ainda não ocorreu.  Mesmo assim, o assunto está tomando conta das notícias no mundo, inclusive com a FoxNews escrevendo um artigo a respeito do achado.

Ruínas mais descrevem datas posteriores ao “fim do mundo” em 2012

Por Ian O’Neill

A antiga civilização maia elaborou calendários com datas posteriores a2012.

Esta descoberta surpreendente ocorreu nas antigas ruínas da cidademaia de Xultún, na região de Petén, na Guatemala, confirmando o que os arqueólogos já sabem há muito tempo: os maias nunca previram que o mundo acabaria no dia 21 de dezembro de 2012.

Durante uma escavação financiada pela National Geographic Society em uma região de floresta tropical, arqueólogos desenterraram uma estrutura adornada com pinturas maravilhosamente preservadas e números pouco legíveis – ao que parece, tratava-se do local de trabalho do escriba da cidade há cerca de 1.200 anos. Os números eram identificados como datas nos calendários maias. Como a antiga civilização desenvolveu formas extremamente precisas de acompanhar o movimento dos corpos celestes, muitos deste calendários estão relacionados a ciclos astronômicos.

Segundo o arqueólogo-chefe do projeto, William Saturno, da Universidade de Boston, os calendários citados são a versão cerimonial de 260 dias, o calendário solar de 365 dias, o ciclo de 584 dias do planeta Vênus e o de 780 dias do planeta Marte.

A estrutura, que foi localizada em 2010 por um aluno de Saturno, Max Chamberlain, provavelmente foi construída por volta de 890 d.C., um ano depois da construção do último monumento em Xultún, pouco antes da decadência da civilização. Curiosamente, a data que corresponde a 813 d.C. (quando se dá o início da decadência da civilização maia) estava desenhada na parede.

Apesar da gritaria constante dos arautos do fim do mundo, esta é outra evidência de que os maias jamais determinaram que 2012 seria um ano apocalíptico.

Embora o 13º “baktun” do calendário maia de Contagem Longa (um período de cerca de 394 anos) termine este ano, não há indícios de que os números documentados estabeleçam eventos apocalípticos em 2012. No máximo, o fim de um ciclo e o início de outro prenunciam uma nova era. Em vez de terminarem de forma abrupta, os calendários maias eram cíclicos. E apesar de a civilização moderna andar de cabelos em pé com tantas histórias sobre o fim dos tempos, não era o que os maias tinham em mente.

Nas ruínas de Xultún, murais de reis e hieróglifos complexos enfeitam as paredes de uma pequena câmara. Os calendários possivelmente serviam como uma espécie de “lousa” para os acadêmicos da época, e eram entalhados meticulosamente. Ciclos de 17 baktuns foram gravados em um pilar, junto a um “círculo de números”, uma forma de documentar eventos passados.

“Os antigos maias previram que o mundo continuaria, e que daqui a 7.000 anos, as coisas seriam exatamente assim”, afirmou Saturno, cuja pesquisa será publicada na revista Science desta semana. “Estamos sempre procurando desfechos. Já os maias procuraram ter certeza de que nada mudaria. É uma concepção inteiramente diferente”.

Até mesmo o Instituto Nacional de História Antropológica, no México, culpa “o pensamento messiânico do Ocidente” pela visão distorcida de civilizações antigas como a dos maias.

“É como o odômetro de um carro, com o calendário maia variando entre 120 mil e 130 mil anos. Quanto mais altos os números, mais o carro se aproxima do ferro velho; e então, os maias começam de novo”, compara Anthony Aveni, co-autor do artigo que descreve a descoberta e professor de astronomia e antropologia da Universidade de Colgate, sobre a natureza cíclica dos calendários maias.

O arqueólogo David Stuart, da Universidade do Texas, que trabalhou na decodificação dos glifos maias, acrescentou: “o calendário maiacontinuará avançando por bilhões, trilhões, octilhões de anos no futuro. Números que sequer conseguimos conceber”.

Diante dos fatos, chegamos à conclusão que esta incrível descoberta expõe a cultura maia como realmente é: um povo fascinante, complexo e avançado para seu tempo – não os profetas do apocalipse alardeados pelos arautos do fim do mundo.

Infelizmente, muita gente continua a acreditar nessas histórias, apesar de todas as evidências científicas e históricas em contrário. Portanto, tudo o que podemos fazer é reafirmar tais “lendas” pelo que realmente são: apenas mitos.

Fonte: Discovery Notícias

Crédito da foto: Istockphoto

Um grupo de cientistas da NASA descobriu um novo mineral de origem espacial em um dos objetos celestiais mais significantes da história – um meteorito encontrado na Antártica em 1969, conhecido como Yamato 691.

O meteorito estava entre os primeiro nove meteoritos descobertos pela Expedição de Pesquisa Japonesa da Antártica, nos campos de gelo daquele continente.  A análise mostrou que a rocha tinha mais de 4,5 bilhões de anos e era originária de um asteróide que orbita entre Marte e Júpiter.

A equipe da NASA, juntamente com seus colegas do Japão e Coréia do Sul descobriram recentemente pequenas inclusões de um mineral desconhecido no meteorito.  O mineral foi descoberto rodeado por outros materiais de natureza não identificada, que agora também estão sendo investigados.

O novo mineral é composto de moléculas de enxofre e titânio, os quais formam uma grade de cristal complexa.  As características da grade ainda estão para ser definidas.  O mineral perfaz somente uma minúscula porção da amostra do meteorito (50 x 450 nanometros, ou menos de um centésimo da espessura de um fio de cabelo humano).  Todavia, trata-se de uma parte integral da composição química da rocha.

O elemento foi batizado de Wassonite, em homenagem ao Professor John Wasson (UCLA), conhecido por seus incomparáveis  trabalhos na pesquisa de meteoritos.

A equipe de pesquisa, chefiada pela cientista Keiko Nakamura-Messenger, adicinou o mineral à lista aprovada pela Associação Mineralógica Internacional.

Wassonite é diferente de qualquer outro mineral encontrado na Terra, assim esta descoberta é considerável.  Este provavelmente não é  o único mineral que por bilhões de anos ficou escondido dos cientistas.  Meteoritos da Antártica escondem muitos mistérios que fascinam os pesquisadores do mundo todo.

Mais segredos do universo podem ser revelados destes espécimes, usando a nano-tecnologia do século XXI“, disse Nakamura-Messenger.

n3m3

Fonte: www.rt.com

Colaboração: Fernando Ramos

Via:  OVNI Hoje!

Uma equipe militar especialmente treinada pelos Estados Unidos se infiltraram na Coréia do Norte em uma missão de espionagem focado no programa de armas nucleares do regime, de acordo com um relatório controverso que os EUA negam.
As alegações podem piorar as tensões já sensíveis entre Washington e Pyongyang.
 De acordo com um relatório publicado ontem no The Diplomat, o General dos EUA, Neil H. Tolley reconheceu que soldados norte-americanos e sul-coreanos entraram na Coreia do Norte para obter um olhar mais atento dos túneis subterrâneos que o regime construiu.
“A infra-estrutura do túnel inteiro está oculto nos nossos satélites”, informou a revista online, o General Tolley.
“Então, enviamos soldados [sul-coreanos] e os soldados americanos para fazer um reconhecimento especial no Norte.”, acrescenta.
Se for verdade, a missão iria quebrar regras estabelecidas pelo acordo de armistício de 1953 que marcou o fim da Guerra da Coréia.
A parte do documento afirma: “Nenhuma pessoa, militar ou civil, será permitida cruzar a linha de demarcação militar, salvo se especificamente autorizado a fazê-lo pela Comissão de Armistício Militar.”
General Tolley é o comandante do Comando de Operações Especiais, United State Forças da Coreia, de acordo com a sua biografia no site da Guarda Nacional.
A reportagem da revista on-line com sede no Japão foi recebido com uma forte oposição em Washington, onde as autoridades militares dos Estados Unidos negaram tal operação.
Andrei Lankov, um estudioso sobre a Coreia do Norte em Seul, disse: “O ditador jovem ainda é controlado e cercado pela velha guarda, as mesmas pessoas que durante muitos anos, executaram as políticas de seu pai, por isso é muito cedo para esperar qualquer mudança perceptível.”

Fonte: Ianotícia / Libertar
Via: Revelação Final

A mídia britânica foi capturada mais uma vez com suas calças nos joelhos na tentativa de vender um ataque da Otan contra a Síria, com a revelação de que a BBC News usou uma foto antiga de crianças iraquianas mortas para representar as vítimas de um assalto alegado no governo a cidade de Houla.

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Em um relatório divulgado horas após o massacre, a BBC usou uma foto que foi publicada pela primeira vez em nove anos atrás e levado em Al Mussayyib, Iraque. A imagem mostra uma criança pulando os cadáveres de centenas de crianças iraquianas que foram transportadas de uma vala comum para ser identificado.

A legenda utilizada pela BBC para descrever a imagem afirmou que a imagem foi fornecida por um ativista e “Acredita-se que mostram os corpos de crianças aguardando o enterro em Houla “.Após o “erro” foi exposto, a BBC mudou seu artigo original, mas não emitiu uma retratação.
O fotógrafo que tirou a foto original, Marco Di Lauro, postou em sua página no Facebook : “Alguém está usando minhas imagens como propaganda contra o governo sírio para provar o massacre.” Di Lauro disse ao Telegraph de Londres que estava “surpreso” dada BBC ter falhado para verificar a autenticidade da imagem.

“O que eu estou realmente surpreso por que é uma organização de notícias como a BBC não verificar as fontes e está disposta a publicar qualquer imagem enviada para ela por qaulquer ativista jornalista cidadão, ou o que quer. Isso é tudo “, disse Di Lauro.

Informações em torno do massacre em Houla sugerem claramente que os assassinatos foram realizados por esquadrões da morte e não bombardeios por tanques do governo. imagens de vídeo das crianças vítimas (aviso – gráfico) parece mostrar ferimentos de bala no rosto e facadas.
Nenhuma das vítimas parecem ter perdido qualquer membro.
Como relata RT , “Muitas das vítimas foram executadas no ponto em branco-range”, um fato inconsistente com a explicação de que o bombardeio por tanque foi o responsável pelo derramamento de sangue.É igualmente provável que os esquadrões da morte terroristas, responsáveis por numerosos atentados mortais na Síria, que já mataram dezenas de pessoas, foram responsáveis pelo massacre.

Como Tony Cartalucci escreve : “Por que diabos o governo sírio quer matar crianças sírias? E mesmo se por algum motivo eles fizeram – por que eles fazem isso de uma forma mais ou menos garantido para atrair condenação internacional e chamadas renovadas para a intervenção?Em outras palavras, “cui bono?

“Quem realmente se beneficia a partir desta atrocidade – e quem não tem?Certamente os insurgentes e os benefícios dos apoiadores estrangeiros e o Governo sírio certamente não! Dado que as atrocidades recentes em Damasco eles foram culpados – quase universalmente – e adversários extremistas do Governo Assad, não é pelo menos plausível que eles estão também por trás desta mais recente onda de terror “?
Seja qual for a verdade por trás dos eventos no fim de semana, a mídia de massa, mais uma vez prostrou-se como um bocal de propaganda de rolamento para as reivindicações dos duvidosos anônimos “ativistas” que provaram ser adeptos de paragem do tempo de propaganda e outra vez.
Isto é, não significa que a primeira vez que a mídia britânica provocante afirmava que as forças de Assad estão indiscriminadamente matando bebês e crianças.

Em fevereiro, o London Independent relatou , “as forças de segurança do presidente Assad indiscriminadamente mataram dezenas de bebês recém-nascidos em Homs nesta semana.”

Como documentado , a fonte para essa afirmação não se originou na Síria, mas em Londres, a partir de uma organização chamada Observatório Sírio para Direitos Humanos (SOHR), que é pouco mais do que um grupo de lobby com os laços íntimos para o Escritório do Exterior britânico.
A ferramenta de propaganda acusando falsamente os governos de matar bebês e crianças não é nova para o Oriente Médio. Antes da primeira Guerra do Golfo, então a maior empresa de relações públicas a world Hill & Knowlton elaborou um hoax centrado em torno da mentira de que as tropas de Saddam Hussein foram saquear hospitais no Kuwait e jogar bebês de incubadoras . Apesar de ser mais tarde provado ser uma completa invenção, George HW Bush agressivamente fez a história como parte de sua preparação para a guerra.

Fonte: Libertar
Via: Revelação Final