RESOLUÇÕES DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU SÃO PRODUTOS DE DESPOTISMO QUE HOSTILIZA E OPRIME A RPDC

Publicado: 23/04/2012 em Falsa Política, Geral
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Pyongyang (ACNC) O ministério de Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia tornou público esta terça-feira (17) a seguinte declaração:

Os Estados Unidos e suas forças satélites voltaram a cometer o ato hostil ao violar o direito da República Popular Democrática da Coreia ao lançamento de satélites abusando do Conselho de Segurança da ONU

No dia 16, o Conselho de Segurança da ONU tornou pública a declaração do presidente destinada a “condenar” o lançamento de satélite da RPDC com fins pacíficos.

A RPDC tomou as medidas excepcionais que demonstram ao máximo a veracidade e a transparência do lançamento, que provocou a simpatia da ampla sociedade internacional. EUA recorreu a artimanhas vis para qualificar o lançamento de satélite com fins pacíficos de lançamento de míssil de longo acance de modo que não se comprove de maneira imparcial o caráter pacifista do lançamento da RPDC. Fracassada tal maquinação para encobrir a verdade, o império impôs ao Conselho de Segurança da ONU a demanda bandida de que a RPDC também não deve lançar o satélite com fins pacíficos.

O mencionado conselho foi e é abusado pelo despotismo e arbitrariedades dos EUA, devido ao qual a conseqüência catastrófica se engendra diariamente em diferentes partes do mundo.
As resoluções nº 1718 e nº 1874 do Conselho de Segurança da ONU, que as forças hostis questionam o lançamento do nosso satélite como “fundamento” de tornam-se o produto de despotismo que hostiliza e oprime a RPDC, e culmina na ilegalidade inventada a sua maneira menosprezando até as elementares leis internacionais.

A essência bandida destas resoluções é fazer com que o país, que não obedece aos EUA, não desenvolva o poderio de defesa nacional e para esse efeito lhe tire até o direito a lançar satélites com fins pacíficos.

Tal ato violador de dupla pauta se compreendeu facilmente no citado conselho, porque convém aos interesses dos países que tentam monopolizar as tecnologias sofisticadas como o lançamento de satélite.

A situação de hoje demonstra seguramente que é disfarce o principio de igualdade de soberania refletida na Carta da ONU e que a justiça deve ser defendida somente por suas próprias forças.
Com relação ao que foi violado seriamente o direito de estado soberano ao lançamento de satélites com fins pacíficos, o Ministério de Relações Exteriores da RPDC declara como segue:

Primeiro, rechaçamos drasticamente o proceder injusto do Conselho de Segurança da ONU que trata de pisotear no legítimo direito da RPDC a lançar satélites.

Nosso Exército e povo mantém o invariável princípio de não tolerar jamais qualquer tentativa mínima de burlar e atentar à dignidade da nação a soberania do país.

Segundo, seguiremos exercendo o independente direito ao uso do cosmos reconhecido pelas universais leis internacionais, que estão acima da resolução do Conselho de Segurança da ONU.

Conforme o plano estatal de desenvolvimento do cosmo, a RPDC ampliará os órgãos de desenvolvimento espacial e seguirá lançando os satélites de usos práticos de diferentes tipos indispensáveis ao desenvolvimento econômico do país, incluindo o satélite parado.

Não poderá deter com nada o caminho da RPDC que conquista com vigor o cosmos para fins pacíficos.

Terceiro, a RPDC não estará ligada por mais tempo ao acordo RPDC-EUA de 29 de fevereiro, quebrado pelo aberto ato hostil do império.

Desde o começo, a RPDC esclareceu reiteradamente a posição de executar sinceramente o acordo ratificando que o lançamento do satélite com fins pacíficos é um problema à parte com o acordo de 29 de fevereiro e por isso tomou medidas práticas reais.

Mas, logo que se publicou o plano da RPDC de lançar o satélite, EUA interrompeu o processo do fornecimento de suprimentos conveniente ao acordo RPDC-EUA como pretexto, e atentou o justo direito de lançamento do satélite da RPDC abusando da posição de presidente do Conselho de Segurança da ONU.

No fim das contas, rompeu completamente o acordo RPDC-EUA de 29 de fevereiro revolvendo com ações sua promessa de “respeitar a soberania e não ter a vontade de hostilidade”.
Por isso, a RPDC chegou a tomar a seu capricho as contramedidas necessárias livre do acordo RPDC-EUA e EUA se responsabilizará totalmente das conseqüências que se emanem nele.

Para a RPDC a paz é valiosa. Mas, a dignidade da nação e a soberania do país são mais valiosas.

Fonte: www.coreiapopular.blogspot.com

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