CONHEÇA A PEDRA DE INGÁ – O MAIOR MISTÉRIO ARQUEOLÓGICO DO BRASIL

Publicado: 23/04/2012 em Geral, Mistério
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Considerada um dos monumentos arqueológicos mais importantes do mundo, A Pedra de Ingá, localizada no município de Ingá ( 87km de João Pessoa), intriga arqueólogos, paleontólogos e outros tantos pesquisadores o mundo inteiro, devido a complexidade das inscrições rupestres entalhadas a cerca de 6000 anos atrás.
  A trilha as inscrições estendem-se por 16m ao longo do dorso vertical do monólito. Essa inscrições não assemelham-se a nenhum padrão existente que se tem conhecimento aqui na Terra e isso é um dos principais fatores para reforçar o mistério e a curiosidade, a medida que a mente de quem observa o monumento, viaja no tempo, procurando uma resposta pra possíveis autores das escritas hieroglíficas.
Segundo o Pesquisador J.A. Fonseca, os Índios Cariris, povos que estão por trás das inscrições, têm uma ligação com outros povos de origem desconhecida. Segundo os próprios Pajés da tribo, seus antepassados eram pessoas sábias que viviam em um lago encantado( talvez Atlântida?) onde os homens conviviam pacificamente com os deuses.
Pensa-se que suas insculturas foram executadas por meio de algum tipo de instrumento pontiagudo, que teria sido manipulado por homens daquela época, semi-bárbaros, até produzir os baixos relevos que ali se acham incrustados. O que não se pode explicar, entretanto, é que estes signos possuem um acabamento primoroso, como se tivessem sido elaborados por métodos muito avançados e não, simplesmente, por intermédio de pancadas ou ranhuras na pedra com ferramentas comuns. Definitivamente, este magnífico trabalho não poderia ter uma explicação tão destituída de imaginação como a que lhe é dada por alguns pesquisadores e não pode, simplesmente, estar ligado a tradições corriqueiras de povos que, sequer, possuíam alguma forma de escrita.
Por outro lado, não se tem notícia de que haja em outro lugar, no Brasil ou fora dele, um conjunto de inscrições rupestres que possam assemelhar-se ao deste monumento arqueológico da Paraíba, tal é a sua excepcionalidade e sua condição desafiadora, tanto em relação à sua forma e métodos utilizados, quanto à sua complexidade e execução de sua vasta petrografia. Além disto, suas insculturas parecem ter sido rigorosamente planejadas, traçadas e executadas, criando assim uma certa dificuldade junto aos estudiosos que pretendem transformá-las simplesmente em arte primitiva ou atribuir a sua feitura aos antigos trogloditas que teriam vivido naquela região. Pode-se dizer que este formidável mistério paraibano distancia-se, inequivocamente, de tudo aquilo que tem sido regularmente encontrado e pesquisado em outros locais do mundo no âmbito da arqueologia, constituindo-se de algo verdadeiramente ímpar no estudo arqueológico, e, até mesmo, podendo se dizer que de trata de uma incômoda “pedra no sapato dos pesquisadores”.
A arte rupestre em Ingá diferenciam de lugares como Tapajós e Carajás,ou outros lugares no mundo,  pela superioridade cultural dos tais criadores das enigmáticas inscrições, uma vez que os Cariris, que habitavam a Serra da Borborema, não possuíam um nível de cultura rudimentar de escrita cuneiforme ou hieroglífica. Isto reforça ainda mais o fato de que eles tiveram contato com povos de outras culturas mais avançadas.
Muitos pesquisadores, como Léon Clérot e Alfredo Coutinho Menezes, dizem que trata-se de figuras zoomorfas, (pássaros e répteis) ou fitomorfos(abacaxis e espigas e milho- agricultura da região).Há quem diga também que trata-se de uma fotografia do céu, constelações e desenhos simbólicos-astronômicos.
A tese de Gilvan de Brito
Um dos mais conceituados pesquisadores sobre a Pedra de Ingá, Gilvan de Brito, que se baseiam em análises astronômicas, diz em seu livro intitulado “Viagem ao Desconhecido – Os Segredos da Pedra do Ingá” que o painel vertical de ingá, condizem com os traçados geométricos das constelações de Orion, Peixe Austral e Grou. O pesquisador também aproveita para enfatizar que aqui na Paraíba, situa-se um rico conjunto arqueológico de pedras, monólitos, ideogramas, pictogramas entre outras fontes que afirmam por sí só, a presença humana na região.
Essa é a parte mais interessante, veja uma das explicações de Gilvan:

 
A Presença de fatores ufoarqueólogicos na figura reforça
“Pedra do Ingá poderia ter sido insculpida com apurada técnica e um conhecimento específico de seus autores, pois a linhas inicialmente traçadas foram, posteriormente, gravadas na rocha com fino acabamento e polimento “lembrando perfurações realizadas através de modernos equipa-mentos de raio laser”.

Isso nos leva a desviar nossos pensamentos para as misteriosas pedras entalhadas do império inca que só poderiam ter sido perfeitamente encaixadas com uma tecnologia supostamente muito avançadas até para o nosso tempo.
 
Muros Incas, em Cuzco no Peru.
Segundo o estudo do pesquisador, a variedade de figuras geométricas, como curvas, retas,pontilhadas, espirais entre outros, que caracaterizam não figuras ornamentais ou uma representação, mas sim uma idéia concreta, uma materialização de uma situação gravada. Estes caracteres  uma “função determinada na comunicação escrita”, ou seja, um alfabeto.Isto só remete a uma só forma de civilização avançada que tentou representar sua idéia para os povos atuais passando pelos Índios da Região Paraíbana através de uma divindade ou representante de um povo altamente avançado. Abaixo alguns exemplos:
 
Segundo o pesquisador o primeiro símbolo acima do painel, é uma balança rústica, representando (simbolicamente ou não) o túmulo de um ilustre visitante que veio trazer conhecimento.
O grafico abaixo mostra uma interessante ligação entre a Pedra do Ingá, as pirâmides de Queops, no Egito, e Theotihuacan, no México, com a possível localização da Atlântida. Traçando uma linha reta entre as duas grandes pirâmides, do Egito e do México, e dividindo o Trópico de Câncer exatamente no meio, entre as duas pirâmides citadas, traça uma linha vertical, tendo abaixo a localização da Pedra do Ingá e acima, próximo à Groelândia, a localização da desaparecida Atlântida (ver ilustração abaixo). Tal interpretação não nos parece inconcebível, porque também acreditamos que existe uma estreita relação entre este lendário continente desaparecido, o antigo Egito e os povos Maias.
O que é mais interessante é que Ingá completa perfeitamente o cruzamento dos migrantes deAtlantida  depois da grande catástrofe que destruiu a Ilha há 12 mil anos. Já foi dito aqui no Blog, que os Maias e Egípcios foram nada mais que colônias atlantes ao redor do mundo, localizadas no mesmo paralelo, todas com pirâmides colossais.
Gilvan também faz referências as estranhas figuras encontradas em Glozel (França), hieróglifos hititas, etíopes e até mesmo escritas da ilha da páscoa, o que nos leva a pensar que foram as mesmas fontes culturais que se espalharam pelo planeta, divulgando seu conhecimento.

 
Caracteres e figuras estranhas chama a atenção. Este por exemplo assemelha-se a uma nave espacial.

Tese de  Gabriele D’Annunzio Baraldi

Outro grande arqueólogo foi Gabriele Baraldi, um Italiano que migrou para a América do Sul nos anos 50. Segundo suas pesquisas, o monumento da Pedra de Ingá traz um relato da maior catástrofe ocorrida no Planeta, que varreu os continentes e o centro nervoso de tecnologia e cultura, que era a Atlântida por volta de 12 mil – 15 mil anos atrás e como os primeiros nativos brasileiros surgiram durante essa nova era na Terra.

A tese do professor foi cosntestada perante os acadêmicos devido ao envolvimento com civilizações perdidas no tempo, como era de se esperar.Ele sustentou a sua tese até o seu falecimento, permitindo impor a importalidade de sua idéia alcançando um certo êxito utópico ao invés de deixar que o ceticismo acadêmico afundasse sua carreira.

Segundo ele, as escrituras da pedra são uma representação gráfica do idioma Tupi, ou linguagemprotohitica, sendo assim considerada uma língua universal, pois assemelham-se a certos idiomas do “Velho Mundo” o que nos leva novamente á Atlântida


Abaixo, temos a tabela de alguns caracteres encontrados na pedra, em idioma tupi antigo, lingua falada pelo povo atlante.


 O pesquisador chegou a apontar que, entre os hieróglifos hititas e protohititas são praticamente semelhantes aos signos gravados numa placa metálica que teria sido encontrada no interior do UFO acidentado em Roswell, nos EUA, em 1947. Apoiando-se em suas pesquisas e convicções alicerçadas no conhecimento e na ousadia de desbravador de mistérios, afirmou, finalmente, que a língua protohitita seria uma espécie de linguagem extraterrestre vinda de antigos povos que tiveram contato com seres das estrelas. Já foi dito aqui que os Atlantes foram gloriosos e diga-se de passagem, sortudos, por terem um contato com a mais avançada cultura tecnológica que se têm conhecimento. Estes seres celestiais deixaram seu legado aqui na Terra, através de suas escritas, deixando o papel de professores universais, para os Atlantes e aqui pertinho de nossa terra, temos uma oportunidade de conhecer nosso passado enigmático e fascinante.

Não deixe de conhecer a Pedra de Ingá -PB

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