DOUTORES EM FILOSOFIA DEFENDEM ABORTO APÓS PARTO!!!

Publicado: 19/04/2012 em Geral, Insano
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Tradução: Caminho Alternativo – http://caminhoalternativo.wordpress.com

Um artigo publicado na Journal of Medical Ethics desatou a polêmica ao defender o aborto após o nascimento, “moralmente equiparável” ao que se pratica no útero materno. Apesar da confusão, a revista reafirmou em sua decisão de publicá-lo. O artigo foi escrito por Alberto Giublini, doutor em Filosofia e Bioética pela Universidade de Milão e Francesca Minerva, doutora em Filosofia pela Universidade de Bolonha. Foi publicado na edição de 22 de fevereiro, e enviado desde a Universidade de Melbourne (Austrália).

O artigo em questão vêm a justificar o aborto após o nascimento assinalando que se um bebê já nascer apresentar malformação ou doenças que acarretem situações de stress para sua família, estaria igualmente justificada sua morte caso seja feita antes de que tenha nascido. “O aborto depois do nascimento (matar a um recém nascido) deveria estar permitido em todos os casos nos que estão o aborto, incluídos aqueles nos que o recém nascido não é viável”.

Os autores, dois doutores em Filosofia, dizem que durante o parto o bebê pode padecer sofrimento fetal que acarretará graves lesões no futuro. Ou pode nascer um bebê com síndrome de Down que não tenha sido detectado durante a gravidez. Ou pode ser que, inclusive são, nasça no seio de uma família que não lhe assegurará o bem-estar e que sua morte se considere o melhor para ele. Em todos estes casos, seria, segundo os autores, perfeitamente legítimo o aborto pós parto.

E isto se justifica em base a três questões que informam em seu artigo: os fetos e os recém nascidos não possuem o mesmo status moral que as pessoas; que ambos sejam pessoas em potencial é moralmente irrelevante; a adoção não é sempre a melhor opção.

Dizem que não é eutanásia nem infanticídio.

Giublini e Minerva diferencia o aborto pós parto do infanticídio alegando que este último se produz contra crianças-pessoa. Precisamente, se trata de “fazer pressão em que o estado moral do indivíduo assassinado é comparável ao de um feto e não ao de uma criança“. Mesmo assim, também é eutanásia, já que “o que mais interessa à pessoa que morre não é necessariamente o principal critério” para levar a cabo o aborto pós parto, “ao contrário do que acontece com a eutanásia”.

Em relação ao assunto da adoção, os autores não o levam em conta já que consideram que a dor de uma mãe seja maior no caso de dar o seu filho em adoção que no caso de morte (neste última, podem aceitar a irreversível perda; no primeiro, pode ser que não). Ou seja, “o aborto pós parto seria uma opção admitida naqueles casos onde as mulheres sofreriam danos pelo fato de dá-lo em adoção“.

Os comentários e reações não demoraram em aparecer. Tanto, que o diretor da publicação, Julian Savulescu, afirmou que os autores receberam ameaças de morte e contra sua integridade pessoal.

Assim, alguns dos comentários que reproduz a defesa da revista são “não creio ter ouvido jamais algo tão cruél como o que estas pessoas estão defendendo. Na verdade dá medo” ou “tenho que dizer que, pessoalmente, mataría a qualquer um que realize um aborto após o nascimento, se tivesse a oportunidade. Ficou suficientemente claro?”. O diretor assegura que os argumentos que defende o artigo não são novos: “Já foram apresentados em várias ocasiões em forums e literatura pelos filósofos e especialistas em bioética mais importantes, entre eles Peter Singer, que defendem o que eles mesmos chamam infanticídio“.

E indica que a novidade deste artigo não é tanto a defesa do infanticídio como a perpectiva desde a que se aplicaria: a da mãe e a família. “A revista está aberta a respostas razoáveis e coerentes ao aborto após o nascimento”. E conclui: “Na atualidade existe uma profunda oposição aos valores liberais”.

Fonte: Maestro Viejo e Te Interesa

Comentário do blog:

Em diversos artigos publiquei material mostrando como a elite nazi-sionista pretende reduzir a população mundial. Agora chega mais esse método que provávelmente não deve ter nascido desses dois filósofos, mas sim nas mentes daqueles que governam o planeta e encomendam a esses “doutores” algum estudo que “valide” suas ideologias eugenistas.

A ideia por trás disso não é defender o bem-estar da mulher, mas abrir caminho para matar recém nascidos que não se enquadrem nas normas desejadas pela elite. Qualquer semelhança com a ideologia eugenista nazista não é mera coincidência, até porque o nazismo é cria do sionismo.

Portanto, da forma que está sendo apresentada essa ideia, recém nascidos com síndrome de Down poderão ser assassinados ao nascer, inclusive os que apresentarem outra característica genética que seja considerada uma doença ou não seja “adequada”. Bebês que sejam de famílias pobres poderão ser assassinados, pois se a mãe ou a família não podem sustentá-lo, então a morte é a melhor solução.

A técnica usada para convencer as pessoas a aceitarem este absurdo é a mesma usada para o doutrinamento gay em crianças e a aceitação da pedofilia como uma “opção sexual”. Primeiro eles chocam as pessoas com a ideia, depois fazem campanha através da mídia, meios acadêmicos e nos governos, as pessoas vão cedendo e chega o dia em que não se importam mais, pois se torna algo inerente à sociedade. Como ninguém reage, então o que está sendo proposto deve ser algo bom para as pessoas. É o tal do conformismo!

Os próprios “filósofos” à serviço dos Rothschild e Rockefeller concluem em nome de todas as mulheres que a dor é “pior quando se dá o filho em adoção do que matando-o após o nascimento”. É isto o que as mães e leitores em geral pensam?

Como se não bastasse os genocídios praticados através da fome, guerras e vacinas, pretendem agora matar bebês das classes sociais mais baixas logo após o nascimento. Será uma mistura de limpeza racial com limpeza social.

Parece que a elite está com pressa em reduzir a quantidade de humanos no planeta.

Aqui estão algumas táticas de controle e redução populacional:

  • Criação da doutrina gay, convencer as massas que heterossexualidade não é algo da natureza, mas algo imposto pela sociedade. Portanto, quanto mais gays, menos nascimentos.
  • Criação da farsa do aquecimento global para lucrar bilhões e colocar o homem como inimigo do planeta, portanto a solução é zerar emissão de CO2. Menos humanos é menos emissão de CO2.
  • Campanha global de vacinação, com vacinas feitas especialmente para esterilização ou morte direta.
  • Guerra Mundial, envolvendo o máximo de países possível, principalmente os países do terceiro mundo onde se concentra a maior quantidade de negros, mestiços e pobres.

Estas ideias se originam no topo da pirâmide, nas mentes pervertidas que participam em reuniões do Club Bilderberg, Council of Foreign Relations(CFR) e outras sociedades nazi-sionistas já expostas na internet.

Se não houver mobilização social, vão nos matar até chegar aos 500 milhões de humanos no planeta, conforme reza as Pedras-Guia da Georgia.

“Manter a população abaixo de 500 milhões, em perpétuo equilíbrio com a natureza”

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