Grécia qualifica a pedofilia como “invalidez”???

Publicado: 17/04/2012 em Falsa Política, Geral, Insano
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Tradução: Caminho Alternativo

Na Grécia do desastre econômico, o Governo decidiu definir a pedofilía como “invalidez”. A estupefação sobrepassou o marco da nação helena.

Recentemente, o Ministério do Trabalho grego incluiu na categoria de “invalidos” os pedófilos/pederastas, e embora tenha se apressado a comentar que isto não significa que estas pessoas sejam destinadas a receber ajudas estatais, muitos temem o pior. De fato, a Confederação Nacional de Pessoas Inválidas desse país deu um grito ao céu ao considerar como “incompreensível” tal classificação.

Seu líder, Yiannis Vardakastanis, cego, se queixou de que esta medida vai criar mais problemas para as pessoas inválidas, ao estarem associadas aos pederastas. Isso sem contar que, antes ou depois, os pederastas serão prováveis destinatários dos orçamentos governamentais, com a conseguinte verba dos ingressos para o resto dos inválidos. “Acredito que se trata de um grande erro. O ministério deveria ter uma política de invalidez diferente”.

Porque o certo é que, por mais que o Governo grego o negue, ao conceituar deste modo os pederastas, estes poderiam receber uma compensação econômica. Os demais inválidos a recebem. Por exemplo, os cidadãos que sofreram um transplante de coração têm direito a até 80% de seus orçamento. Para os pedófilos, se trataria de 35%. Quase a metade. O que significa que recebem mais que alguns trasplantados que ficaram diminuidos em distintos graus para o trabalho.

Fetichismo e ‘sado’. A medida do Governo grego veio acompanhada de outras decisões quase tão polêmicas como esta, como a inclusão de exibicionistas, cleptomaníacos, fetichistas sexuais, sadomasoquistas e jogadores compulsivos nessa categoria de inválidos. Além disso, a decisão coincide com um rebaixamento das prestações aos desempregados devido à crise econômica pela que atravessa o país, o que disparou o mal-estar entre as associações de inválidos.

Na Espanha, os casos de pedofilía aumentaram nos últimos anos. De fato, Espanha se converteu no segundo país do mundo em consumo de pornografía infantil na internet, atrás dos Estados Unidos e à frente do México. O defensor do menor da Comunidade de Madrid não sabe dar uma explicação deste aumento: “A verdade é que não temos uma ideia formada das causas”. Os arquivos com conteúdo material sexual explícito com menores detectados nos nove primeiros meses de 2010 alcançam a quantidade de 421.386. Junto com Estados Unidos e México, Espanha soma 80% de todo o tráfego internacional na internet.

Segundo o comandante chefe de delitos telemáticos da Guarda Civíl, Juan Salom, se observa como cada vez existe um maior número de envolvidos nestas redes que passaram de consumidores a protagonistas. A maioria dos menores que aparecem nos arquivos espanhóis “não respondem ao tipo físico característico de nosso país”, convertendo-se numa imagem impossível de localizar. Porém, dado que muitos daqueles que começam traficando com imágens terminam participando nos atos que gravam, se bem eles fiquem cobertos, as crianças mostram uma tipología mais familiar; a maioria delas foram captados através das redes sociais e são mais fáceis de encontrar.

O número de pedófilos localizados na Espanha durante esses primeiros nove meses de 2010 alcança a quantidade de 16.000. A maioria deles são simples usuários carentes de antecedentes, o que lhes permite pactuar condenações menores de dois anos, com o que evitam a prisão.

A chave

Como é possível, se perguntam alguns, que tenha chegado a esta situação? A resposta está na normalização das atitudes e hábitos sexuais tidos até o momento como patológicos. A supressão do conceito ‘patológico’ conduz à negação de que exista doença alguma e sequer anormalidade nas práticas sexuais, seja a que for. Portanto, é necessário classificá-as de outra forma. A solução, perante a evidência de sua anormalidade, é considerá-las como invalidez. No caso grego se faz particularmente visível a relação entre a crise moral e a econômica.

Homossexualidade e pedofilia

Sendo sete vezes mais agressores os homens que as mulheres, a violência sobre mulheres é muito menos do dobro que sobre os homens. Portanto, uma quantidade desproporcionada destes casos corresponde com assaltos de homens adultos contra menores do sexo masculino. Ainda assim, as estatísticas que administra a Igreja correspondem com uma realidade demoledora: 100 % dos sacerdotes que abusam de meninos possuem relações sexuais com homens adultos. Há pouco mais de três anos, um representante da comunidade gay, Jaime Mendía, solicitava o direito de “disfrutar da sexualidade, também um menino de oito aninhos, o que a sociedade nega esse direito”, e se mostrava mais contundente a continuação: “As relações intergeneracionais” – um eufemismo puoco sutíl para a pedofilia – “cada dia estão mais perseguidas penal e socialmente, despertando em todos um dia sim e outro também com mais que duvidosos êxitos policiais”.

Fonte: intereconomia e Rafapal

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